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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Aprendendo a jogar RPG

Dados, Isadora, Amanda e Pablo, nosso Mestre
Quando pensamos em trabalhar com o RPG, de forma a estimular a criatividade dos alunos e também desenvolver a escrita (já que eles registrariam suas aventuras), nenhuma de nós sabia muito sobre o jogo. Tivemos a ideia, mas  não tínhamos nenhuma prática. Na verdade, estamos aprendendo enquanto criamos!

Hoje, o Pablo veio nos dar uma mãozinha :D Ele já joga há uns 10 anos! "Mestrou" para nós e, sinceramente, só com muita experiência para salvar a nossa falta de prática no jogo!(risos) Olha o tanto de dado que ele tem! 

Há os de 10, 12 e até 20 lados. Não são lindos? Parecem geloucos (lembra-se deles?). O RPG requer dos jogadores bastante sorte, pois ela possibilita ou torna (quase) impossível a resolução de um caso. Nosso jogo foi bastante divertido, apesar da história ser trágica (envolvia um serial killer, mortes e até vampiros!). Estamos com mais ideias para os alunos e muito felizes pelo que eles já vêm produzindo. Em breve você poderá conferir os primeiros personagens criados pelas nossas turmas!

Ah, a Feira de Literatura Fantástica tá rolando na Biblioteca Parque em Niterói! Aos da região, não percam: estão ensinando a jogar a até mesa de RPG tem por lá também. Acesse a programação completa aqui! É só até amanhã! 

Até mais!


domingo, 28 de abril de 2019

Publicação de artigo - Palimpsesto (UERJ)

Em 2018, as professoras Ilana da Silva Rebello, Nadja Pattresi de Souza e Silva e Rosane dos Santos Mauro Monnerat, juntamente com as bolsistas Isadora Bersot, Marcella Luna e Monique Rohem publicaram um artigo na revista Palimpsesto, da UERJ.

RESUMO


Este artigo tem como objetivo discorrer sobre a importância da leitura na escola, tendo como arcabouço-teórico pressupostos da Linguística Textual e da Teoria Semiolinguística de Análise do Discurso. Com base em algumas inquietações, verificar-se-á como dois importantes documentos oficiais – PCN e BNCC – pensam a prática da leitura na escola para, em seguida, refletir sobre a importância da leitura na escola e, consequentemente, sobre a necessidade de levarmos o aluno a ultrapassar o “sentido de língua” e chegar ao “sentido de discurso” (CHARAUDEAU, 1995). Por fim, será apresentado um relato de experiência, com o propósito de mostrar que a leitura significativa é possível e que tem como resultado a formação de leitores, já que a leitura deixa de ser um martírio para se tornar fonte de prazer e de conhecimento.

A publicação está disponível no site da revista. Baixe-o aqui: Para além do sentido de língua: a leitura como fruição e construção de conhecimento. 

É importante perceber e valorizar o que a Universidade produz para além de seus espaços físicos.

O relato de experiência apresentado no artigo se deu a partir de uma aula sobre "Alice no País das Maravilhas" (clique aqui). Como fruto final do projeto com o livro, houve a produção de uma História em Quadrinhos pelas turmas de 4º e 5º ano do Ensino Fundamental. Leia essa postagem para encontrar a versão em PDF: lançamento de "Alice em quadrinhos".


segunda-feira, 22 de outubro de 2018

MID - Mostra de Iniciação à Docência 2018

As bolsistas Isadora Bersot e Monique Rohem apresentaram um pouco do trabalho desenvolvido na SL no MID de 2018.

A atividade central se baseou no livro O fantástico mistério de Feiurinha, de Pedro Bandeira. Trata-se de uma história divertida, que mistura várias personagens de contos de fadas já conhecidas: Branca de Neve, Rapunzel, Chapeuzinho Vermelho... Todas elas se encontram para solucionar um grande mistério: a princesa Feiurinha desapareceu! 

Não vamos dar spoilers por aqui, então sugerimos que, se ainda não conhece o livro, você corra agora pra adquirir! O desfecho é surpreendente e o motivo que fez a Feiurinha desaparecer é ainda mais incrível! A obra nos possibilitou falar da importância dos autores, escritores, dos narradores e, principalmente, da contação de histórias! 

Parte de nossa fundamentação teórica partiu da amada professora Beatriz Feres (Letras-UFF):

É a literatura, como expressão artística, que enriquece e povoa o imaginário de um grupo social,
acrescentando experiências e obrigando a parar para pensar, além de acostumar o homem à
contemplação estética” (FERES, 2011, p. 14).









A proposta final foi que cada aluno criasse o seu capítulo 1 da história de Feiurinha; e você só vai entender o porquê se ler o livro também :D Divirta-se!

Clique nos links abaixo para conferir a criação e leitura de três alunos do 5º ano: